Mity0
[h1]Levemente melhor[/h1] [i][b]Aviso:[/b] Opinião embasada 100% na experiência [u]offline[/u] jogadas em 10h de teste do [u]EA Play[/u], pois prezo pela minha saúde mental.[/i] A principal mudança positiva é a opção de escolher o modo de jogo entre: [b]competitivo[/b] e [b]autêntico[/b]. Essa mudança já está sendo solicitada há anos pela comunidade e finalmente a EA atendeu. A jogabilidade autêntica, recomendada para os modos offline, deu uma sobrevida ao jogo. Mais pesado, mais cadenciado e mais pensado. Realmente faz diferença, inclusive tive que reaprender a jogar FIFA nas dificuldades mais altas porque a jogabilidade ficou diferente e para melhor. Além da nova opção de jogabilidade, foram adicionados novos recursos no [b]modo carreira[/b] que deu uma boa renovada nesse modo. De resto, é o [b]mesmo FIFA velho de sempre[/b]. Os mesmos problemas, os mesmos bugs, os mesmos gráficos, os mesmos times, as mesmas aparências de certos jogadores desatualizados, etc. Esses problemas seguirão enquanto a EA não trocar a [b]engine[/b]. A [b]Frostbite[/b] é perfeita para jogos de ação, mas nunca funcionou bem em jogos de esporte. [b]A EA precisa criar uma engine pensada para jogos de esporte.[/b] [b]Conclusão:[/b] Para jogar offline, vale a pena dar uma conferida nas mudanças de gameplay. Mas recomendo que primeiro pegue as 10h de teste via EA Play antes de gastar R$ 300,00.
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Battlefield 6 é um jogo com identidade, característica que pecava nos últimos dois lançamentos da série. O multiplayer, foco principal da franquia, entrega com propriedade, em todos os setores, uma experiência fidedigna, imersiva e divertida de combate envolvendo todo tipo de equipamento militar moderno. A essência do que fundamentou o crescimento da franquia retorna, oferecendo aos jogadores uma guerra em grande escala que é impecável visual e auditivamente, com mapas ultra detalhados de variados tamanhos, comportando dezenas de players, modelos detalhadíssimos de armas e soldados, veículos realistas diversos, animações e efeitos sonoros impecáveis e mais. O sistema de classes personaliza a infantaria, apesar dos desenvolvedores se mostrarem ainda tímidos em definir um único modo para o jogo, deixando a cargo do jogador escolher o que prefere. Apesar da liberdade proporcionada, sinto que isso que acaba esvaindo levemente a identidade única que cada função tem no campo de batalha. A BF Studios expandiu a experiência BF com mecânicas novas que acrescentam muito à visceralidade e à crueza do jogo, assim como entregava muito bem o BF1, sendo exemplo principal disso o drag-n-revive, e a volta das mecânicas de movimentação e gunplay que eram quase inexistentes no 2042, tornando a gameplay de infantaria (o principal e mais importante) responsiva e ainda fundamentada, sem exageros. Da mesma forma, essas características positivas também se refletem no controle dos veículos terrestres e aéreos (ainda espero testar o controle de veículos aquáticos e de possivelmente o Little Bird, ainda não presentes no modo multiplayer). A campanha novamente retorna, mas não faz muito além de uma experiência audiovisual sólida e explosiva. Lembra do que entregava as outras campanhas, mas fica aquém do que o multiplayer apresenta, mesmo que, conhecidamente, nunca se propôs a ser a atração principal da franquia. No lançamento, no entanto, o modo multiplayer trouxe alguns bugs e problemas de balanceamento que precisam ser solucionados com agilidade. Pensando no futuro próximo, o conteúdo pós-lançamento, inclusive já parcialmente anunciado, precisa ser consistente e de qualidade para que a EA mantenha a boa reputação conquistada no lançamento e garanta a longevidade do jogo junto ao seu público (o modo BR com certeza terá papel decisivo nesse sucesso). Com tudo isso em ordem, há grandes chances do BF6 se tornar um título duradouro e se consagrar como um dos melhores FPS dos últimos anos.
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